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A vaquinha pra pagar o juiz e outras finanças criativas da fiel

Enquanto a diretoria some, a arquibancada se organiza melhor que banco. Um estudo sério sobre economia informal no estádio.

Dona Cleide Arquibancada7 de julho de 20264 min de leitura
A vaquinha pra pagar o juiz e outras finanças criativas da fiel

Onde a diretoria falha, a fiel resolve

Existe uma verdade universal no futebol: quando o clube quebra, a torcida improvisa. Do mosaico à faixa, do ônibus à hospedagem, tudo sai de uma vaquinha organizada num grupo de mensagens que funciona melhor que muita planilha de CFO.

Estudamos a fundo essa economia paralela e a conclusão é assustadora: a arquibancada tem mais previsibilidade orçamentária do que a própria agremiação.

A torcida faz milagre com o troco do busão. A diretoria faz sumiço com o dinheiro da TV.

Tesoureiro da geral

O poder do PIX coletivo

Basta um objetivo comum e, em minutos, aparecem dezenas de comprovantes. Já vimos vaquinha pra bandeirão, pra viagem, pra festa do acesso e — nos dias mais criativos — até pra 'convencer' o juiz. Spoiler: nunca funciona, mas a intenção rende meme.

O que impressiona é a governança. Tem prestação de contas, comprovante e até auditor voluntário. Se o clube copiasse metade disso, jogava a Libertadores sem susto.

Os números da resenha

48h
Pra bater a meta
312
Comprovantes de PIX
100%
Transparência da vaquinha
0
Ajuda da diretoria
DC

Dona Cleide Arquibancada

Repórter de economia doméstica esportiva

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